Quanto custa um aquecedor de piscina é uma dúvida que se transforma quando adicionamos tecnologia à equação. Eu estava imerso nessa pesquisa quando me deparei com uma proposta moderna: um aquecedor elétrico que eu poderia controlar diretamente pelo meu celular.
A ideia de ajustar a temperatura da água sem precisar sair do sofá ou mesmo antes de chegar em casa me pareceu fascinante. No entanto, logo aprendi que a conveniência da automação vem acompanhada de particularidades importantes, especialmente quando falamos de consumo elétrico e tempo de aquecimento.
Este guia é o resultado da minha investigação a fundo sobre este modelo específico, pesando sua praticidade contra os custos e requisitos de instalação.
Antes de mergulhar de cabeça, explorei outras opções e vi que a energia solar para piscinas representa um caminho diferente, focado na economia a longo prazo. Agora, vamos decifrar juntos se a modernidade deste aquecedor elétrico é a escolha certa para você.
Quanto custa para colocar aquecimento na piscina?
O custo para colocar aquecimento na piscina varia de R$2.000 a mais de R$20.000. O preço final depende do tipo de aquecedor escolhido (elétrico, a gás, solar ou bomba de calor), do volume de água da sua piscina e dos custos de instalação e materiais.
Analisando o custo do aquecedor elétrico inteligente
Com um valor atrativo de R$1.790,00, este aquecedor elétrico com app se posiciona como uma opção acessível, mas este é apenas o ponto de partida. Ao calcular o investimento total, é fundamental incluir os custos da instalação, que deve ser feita por um eletricista qualificado.
É preciso adquirir separadamente componentes essenciais para a segurança, como um disjuntor bipolar de 63A e cabos de cobre de 10mm, que precisam ser puxados diretamente do quadro de força principal.
Esses materiais e a mão de obra especializada são cruciais para garantir que a alta demanda de energia do equipamento seja suprida com total segurança, evitando sobrecargas.
O custo final para ter o sistema funcionando de forma correta e segura vai além do preço na etiqueta, exigindo um planejamento financeiro mais completo.
| Característica | Descrição | O que significa para você |
| Controle via app | Ajuste e programação da temperatura pelo celular. | Conveniência para ligar e monitorar a piscina de qualquer lugar. |
| Resistência blindada | Elemento de aquecimento protegido por uma camada isolante. | Maior durabilidade do componente e segurança contra choques elétricos. |
| Corpo de alumínio naval | Estrutura fabricada em material resistente à corrosão. | Um equipamento feito para durar no ambiente úmido da casa de máquinas. |
Esse aqui é o aquecedor que você leu o review
Desvendando o aquecedor elétrico ions: tecnologia na palma da mão
O grande diferencial deste aquecedor é a conveniência de gerenciá-lo pelo celular. A automação permite definir a temperatura desejada, e o aparelho trabalha de forma autônoma, ligando e desligando para manter a água sempre no ponto certo, o que elimina idas à casa de máquinas.
Sua construção também inspira confiança, com um corpo de alumínio naval fundido, material resistente à corrosão, e uma resistência de aço blindada, que aumenta a durabilidade e a segurança. Ele se mostra versátil, sendo compatível com piscinas de vinil, fibra, alvenaria e até modelos desmontáveis.
Para piscinas infláveis, existe uma ressalva importante: a motobomba do kit pode ser fraca, sendo recomendado um conjunto de bomba e filtro mais robusto para garantir a vazão de água necessária ao funcionamento correto do aquecedor. A tecnologia embarcada simplifica o uso, mas exige atenção a esses detalhes estruturais.
A realidade do aquecimento elétrico: tempo e consumo
É preciso alinhar as expectativas quanto ao tempo de aquecimento. O processo é lento e gradual, não espere água quente em poucas horas. Para uma piscina em clima ameno, o primeiro aquecimento pode levar de 48 a 96 horas, um período em que o aparelho de 10kW consumirá uma quantidade significativa de energia elétrica, impactando a conta de luz.
Em locais mais frios ou com muito vento, como coberturas e chácaras, esse tempo pode ser ainda maior devido à perda de calor para o ambiente. Por essa razão, o uso de uma capa térmica é considerado indispensável pelo próprio fabricante.
Ela funciona como uma barreira contra a evaporação, a principal causa da perda de temperatura, o que reduz o tempo de trabalho do aquecedor e também o consumo de energia para manter a piscina na temperatura programada. A capa otimiza todo o sistema.
Instalação e segurança: o que o manual não te conta em detalhes
A instalação deste aquecedor vai muito além de simples conexões hidráulicas. A parte elétrica é o ponto mais crítico e demanda máxima atenção. É obrigatório puxar dois cabos de cobre de 10mm diretamente do quadro de distribuição principal da casa e instalar um disjuntor bipolar exclusivo de 63A.
Tentar usar a fiação existente ou componentes de menor capacidade é extremamente perigoso, podendo causar superaquecimento, curtos-circuitos e até incêndios. A contratação de um eletricista experiente não é uma recomendação, é um requisito de segurança.
Hidraulicamente, o aparelho deve ser posicionado na horizontal, entre a bomba e o filtro, para que a resistência esteja sempre submersa, evitando que ela queime. O sistema de proteção que desliga o aquecedor a 45°C é uma segurança adicional, mas depende de uma instalação correta para funcionar perfeitamente.
Afinal, este aquecedor de piscina elétrico vale a pena?
A resposta para quanto custa um aquecedor de piscina e se este modelo vale a pena depende do seu perfil de uso. Ele é uma excelente opção para quem tem piscinas de até 40 mil litros e prioriza a tecnologia e a conveniência do controle via app, sendo ideal para um uso mais planejado.
Este modelo pode não ser a escolha certa para quem busca a máxima economia na conta de luz ou possui uma piscina muito grande. A tecnologia de resistência é menos eficiente, e o custo operacional pode se tornar elevado com o uso intensivo.
Em todos os cenários, o investimento em uma boa capa térmica é essencial para tornar o sistema viável, otimizando o aquecimento e reduzindo os gastos. A decisão final é um balanço entre a modernidade e a consciência dos custos, refletindo suas prioridades: a praticidade da tecnologia ou a eficiência energética a longo prazo.

